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sábado, 15 de junho de 2013

Com gols relâmpagos de Neymar e Paulinho e um de Jô no final, Brasil estreia com vitória na Copa das Confederações. Camisa 10 encerra jejum

A seleção brasileira parece ter encontrado o antídoto certo contra as vaias: rapidez. Depois de ser vaiada na maioria dos jogos que fez em solo brasileiro nos últimos tempos, havia uma preocupação de Felipão para a estreia na Copa das Confederações, em Brasília, neste sábado. Mas com dois gols relâmpagos, um no começo do primeiro tempo e outro logo no início da etapa final, a Seleção venceu o Japão por 3 a 0, completando o placar nos acréscimos, e começou bem a disputa pelo tetracampeonato do torneio.
Os primeiros gols do triunfo verde e amarelo, coincidentemente, saíram dos pés dos dois principais jogadores do futebol brasileiro na atualidade. Recém-negociado com o Barcelona, Neymar fez um golaço aos três minutos de jogo, acabando com um jejum de nove partidas sem marcar. Na mira do futebol europeu, o volante corintiano manteve seu faro de goleador e ampliou aos dois do segundo tempo. O terceiro saiu dos pés de Jô, convocado às pressas para o lugar do cortado Damião. A fragilidade do Japão, pouco combativo, facilitou para o time de Felipão.
Mais solto do que nas outras partidas, Neymar conseguiu “brincar” mais de jogar bola. Mas ainda falta ao craque uma atuação igual diante de um adversário mais forte, muito embora o Japão, além do Brasil, seja a única seleção classificada para a Copa do Mundo de 2014. No mais, o de sempre. Boa atuação de Fred, disposição de Hulk e gritos por Lucas, definitivamente o maior xodó da torcida verde e amarela.


A seleção brasileira volta a campo pela Copa das Confederações na próxima quarta-feira, às 16h, contra o México, no estádio Castelão, em Fortaleza. A terceira e última partida da primeira fase será dia 22, contra a Itália, em Salvador. Os duelos terão transmissão ao vivo da TV Globo, SporTV e GLOBOESPORTE.COM.

Golaço põe fim a jejum de Neymar

Abraçados, os jogadores da seleção brasileira ouviram atentamente o hino nacional, entoado em coro também pela torcida. Alguns acompanharam, outros estavam com os olhos marejados, caso de Julio César, ou fechados, como Thiago Silva. Mas quem mais chamou a atenção foi Neymar, pelo semblante sério, carrancudo.
A seriedade, porém, não tinha nada a ver com braveza. Mas sim com concentração. Algo que Neymar precisava para encerrar o jejum de nove jogos sem balançar as redes. E a incômoda sequência acabou com apenas três minutos de bola rolando na Copa das Confederações – recorde em uma abertura do torneio.
Marcelo deu belo lançamento para Fred. O atacante tentou matar no peito e acabou ajeitando para Neymar bater de primeira e ver a Cafusa, a bola da competição, entrar no ângulo esquerdo de Kawashima. Golaço! Do banco de reservas, o técnico Felipão, o maior protetor do jogador do Barcelona nas últimas semanas, comemorou: “Tá lá!”.

Pouco depois do gol, as redes sociais já mostravam as vibrações de famosos pelo fim do jejum do craque. Robinho, Adriano e até Balotelli... Todos felizes com a volta da fase artilheira do principal jogador do Brasil. Mais solto do que nos amistosos contra Inglaterra e França, Neymar participou bem do primeiro tempo.
Mas não ganhou destaque sozinho. Muito embora a Seleção parecesse vulnerável na defesa em algumas oportunidades (Julio César soltou duas bolas), os laterais apoiaram, os volantes marcaram e subiram, os meias se movimentaram e os atacantes foram os maiores protagonistas dos primeiros 45 minutos.

Hulk e Fred procuraram o gol o tempo todo. O primeiro com seus fortes chutes e as suas investidas pelas pontas. E o jogador do Fluminense com ótimo posicionamento, passes precisos e finalizações que pararam no goleiro Kawashima., como aos 42 minutos, na mais clara das chances depois do gol relâmpago. Marcelo interceptou jogada dos japoneses no meio de campo (na realidade, a bola atingiu as partes baixas do lateral) e parou em Fred. O atacante tabelou com Neymar e recebeu de volta mais adiante. O chute cruzado, defendido pelo goleiro do Japão, encerrou a etapa inicial, na qual o Brasil foi melhor. Mas ainda tímido.

Paulinho = gol


Se Neymar precisou de três minutos para acabar com seu jejum, Paulinho necessitou de apenas dois na etapa final para voltar à rotina de gols. Após cruzamento de Daniel Alves pela direita, o volante do Corinthians dominou na grande área e bateu forte para ampliar a vantagem do Brasil diante do Japão.
Foi o quarto gol de Paulinho com a camisa da seleção brasileira. Agora faltam três para que ele se torne o volante com o maior número de gols pelo Brasil. A lista é encabeçada por cinco jogadores, todos com seis gols. São eles Dunga, Alemão, Emerson, César Sampaio e Falcão.
A atuação da seleção brasileira nessa estreia talvez tenha sido a mais segura da era Felipão – a mais vistosa, provavelmente, foi no primeiro tempo do empate por 2 a 2 contra a Itália, em Genebra. Muito pela fraqueza do Japão, primeiro classificado para a Copa do Mundo de 2014. Os japoneses pouco ameaçaram a Seleção.

Pouco mesmo. Dono do jogo, o Brasil controlou todas as ações. E botou em prática os treinamentos de finalização aplicados por Felipão durante a semana. Para melhorar a pontaria e o poder de fogo da equipe, o treinador insistiu por vários dias nesse tipo de atividade. Funcionou.
Outra coisa que deu resultado (mais uma vez) foram os gritos da torcida por Lucas. Tímidos no primeiro tempo, eles se tornaram mais fortes na etapa final. E aos 28 minutos, Felipão atendeu e colocou o meia-atacante do Paris Saint-Germain no lugar de Neymar. Misto de vaias e aplausos.
Não houve mistura, no entanto, quando Hulk deu lugar a Hernanes. Normalmente vaiado nos jogos no Brasil, o atacante do Zenit deixou o campo sob (merecidos) aplausos. As alterações deixam claras as intenções de Felipão com Lucas e Hernanes. Os dois parecem mesmo ser as primeiras opções no banco de reservas.
Com a vitória definida e gritos de olé da torcida, a seleção brasileira diminuiu aos poucos o ímpeto ofensivo. O Japão, muito cansado, não oferecia mais resistência e dava cada vez mais espaço. Tanto que ainda deu tempo para mais um gol: em rápido contra-ataque, aos 48 minutos, Oscar partiu em velocidade e acertou um passe milimétrico para Jô, que bateu na saída de Kawashima para definir o placar.

Fonte: G1
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quinta-feira, 13 de junho de 2013


O motorista que atropelou três pessoas na avenida Paulista, na noite de terça-feira, durante o protesto contra o aumento da tarifa no transporte público foi identificado como Leandro Segala, 33 anos. Ele é engenheiro civil e trabalha em uma incorporadora e construtora da zona oeste da capital paulistana. Questionado pelo jornal Folha de S. Paulo para falar sobre o motivo de ter atropelado intencionalmente o grupo, Segala disse que não queria falar sobre o assunto. "Estou muito triste com o que aconteceu", explicou.
O engenheiro passou o telefone à mulher, que afirmou que os dois tiveram uma noite mal dormida e que, além do episódio, Segala estava desgastado por conta de um familiar hospitalizado. Imagens exibidas pela TV Globo mostram o carro do engenheiro, dirigido por um homem, acelerando em direção a oito manifestantes que se colocam em frente ao veículo para impedir que ele passe pelo cruzamento da rua Haddok Lobo com a avenida Paulista, onde aconteciam os protestos. Ao menos três deles foram atropelados e o carro seguiu sem reduzir a velocidade.

Uma onda de protestos contra o aumento das passagens de ônibus em Porto Alegre colocou em xeque as tarifas no Brasil: a Justiça concedeu uma liminar que revogou o reajuste na cidade. Pouco tempo depois, São Paulo, Rio de Janeiro e Goiânia anunciaram aumentos em suas passagens de transporte público. Veja o quanto se paga em tarifas de ônibus nas capitais brasileiras - da mais cara à mais barata.

Protesto dura cerca de seis horas
Após quase seis horas do início do protesto contra o aumento das tarifas de ônibus, trem e metrô na capital paulista, foram registrados pelo menos 20 prisões de manifestantes e três casos de policiais militares feridos por pedras. A informação é do tenente-coronel Marcelo Pignatari, que comandou o policiamento que acompanhou os manifestantes, e disse ainda que os detidos foram encaminhados ao 78º Distrito Policial (Jardins).​
A manifestação começou de maneira pacífica, mas os primeiros tumultos começaram logo no início da passeata, na rua da Consolação, onde um jovem ciclista foi detido ao trafegar na única faixa liberada na via. A partir daí, o clima continuou tenso, com novos episódios de confronto entre manifestantes e policiais militares.
A situação se agravou, porém, em frente ao terminal de ônibus Parque Dom Pedro. Após cerca de 20 minutos concentrados em frente ao local, um grupo de jovens tentou levar a passeata ao local, entregando flores aos policiais, mas foi impedida pela PM, que disparou bombas de gás lacrimogênio e tiros de bala de borracha.
A PM não soube informar quantos manifestantes ficaram feridos, mas a reportagem presenciou vários jovens sendo atingidos por cassetetes e balas de borracha disparados pelos policiais. Pelo menos dois manifestantes ficaram feridos após serem atropelados por um motorista, que dirigia um Fiat Uno, que se irritou com a manifestação e atirou o carro contra os jovens - um homem e uma mulher, que não se feriram com gravidade.
Segundo os organizadores, o objetivo da manifestação era "parar o País para serem escutados em Paris", em referência à cidade para onde o prefeito, Fernando Haddad (PT), e o governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB), foram para defender a candidatura da cidade para ser sede da Expo2020. No início do protesto, muitos passageiros de ônibus demonstraram apoio à passeata, aplaudindo a manifestação. Entretanto, a pichação dos veículos - muitos ônibus - e de prédios públicos foi reprovada por muitas pessoas que assistiam ao protesto.

Confrontos
O protesto foi marcado por confrontos entre os manifestantes e policiais militares. Um grupo usou lixeiras e pedras para destruir vidraças de agências bancárias. Na rua Silveira Martins, o diretório do PT também foi apedrejado.
A Tropa de Choque da PM usou bombas de efeito moral para dispersar os manifestantes, após o confronto no terminal de ônibus do parque Dom Pedro. Com isso, grande parte dos participantes do ato subiu para a avenida Paulista.



A manifestação teve início, no fim da tarde, com uma concentração no fim da Paulista. Depois saiu em passeata pela rua da Consolação. Em seguida, os participantes bloquearam completamente a Radial Leste, pegaram a avenida Liberdade, passando pela praça da Sé. Na avenida Rangel Pestana, um pequeno grupo apedrejou e queimou um ônibus elétrico que estava estacionado. No parque Dom Pedro, eles foram impedidos pela polícia de entrar no terminal de ônibus.
Aumento da tarifa
As passagens de ônibus, metrô e trem da cidade de São Paulo passaram a custar R$ 3,20 no dia 2 de junho. A tarifa anterior, de R$ 3, vigorava desde janeiro de 2011. Desde o dia 6, a cidade vem enfrentando protestos.
​Segundo a administração paulista, caso fosse feito o reajuste com base na inflação acumulada no período, aferido pelo IPC/Fipe, o valor chegaria a R$ 3,40. "O reajuste abaixo da inflação é um esforço da prefeitura para não onerar em excesso os passageiros", disse em nota.
O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), havia declarado que o reajuste poderia ser menor caso o Congresso aprovasse a desoneração do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) para o transporte público. O decreto foi publicado, mas não houve manifestação da administração municipal sobre redução das tarifas.






Fonte: Terra
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quarta-feira, 12 de junho de 2013

Renata Pase Ravanello, 25 anos, deixou Hospital de Clínicas nesta quarta.
Uma jovem segue internada desde a tragédia que matou 242 pessoas.




Após quatro meses e meio de internação, Renata Pase Ravanello, de 25 anos, recebeu alta do Hospital de Clínicas de Porto Alegre no fim da manhã desta quarta-feira (12). A jovem é uma das sobreviventes do incêndio na boate Kiss, em Santa Maria, que matou 242 pessoas. Com a alta de Renata,a resta uma jovem internada na capital.
"Estou eufórica por sair depois de mais de quatro meses no hospital", disse ao G1 Renata, já na estrada para voltar para casa, em Santa Maria. Depois de deixar o hospital, a expectativa agora é para reencontrar amigos e familiares. ""Pretendo retomar a minha rotina”.
Renata é a penúltima ferida na tragédia a deixar o hospital. Apenas ela e outra jovem de 19 anos permaneciam internados desde o incêndio do dia 27 de janeiro. Há duas semanas, Cristina Peiter e Marcos Belinazzo Tomazetti, que também estavam sendo tratados no Clínicas, já haviam recebido alta.
A alta de Renata ocorre no mesmo dia em que a Brigada Militar divulgou o resultado do inquérito que apurava o papel de bombeiros na tragédia. Oito pessoas foram indiciadas. Foram indiciados por inobservância da lei, regulamento ou instrução: capitão Alex da Rocha Camilo, sargento Renan Severo Berleze, sargento Sérgio Roberto Oliveira de Andrades, soldado Marcos Vinícius Lopes Bastide, soldado Gilson Martins Dias, soldado Vagner Guimarães Coelho. O tenente-coronel Moisés da Silva Fuchs foi indiciado por condescendência criminosa. O sargento Roberto Flávio da Silveira e Souza foi indiciado por falsidade ideológica.



Entenda
O incêndio na boate Kiss, em Santa Maria, região central do Rio Grande do Sul, na madrugada de domingo, dia 27 de janeiro, resultou em 242 mortes. O fogo teve início durante a apresentação da banda Gurizada Fandangueira, que fez uso de artefatos pirotécnicos no palco.
O inquérito policial indiciou 16 pessoas criminalmente e responsabilizou outras 12. Já o MP denunciou oito pessoas, sendo quatro por homicídio, duas por fraude processual e duas por falso testemunho. A Justiça aceitou a denúncia. Com isso, os envolvidos no caso viram réus e serão julgados. Dois proprietários da casa noturna e dois integrantes da banda foram presos nos dias seguintes à tragédia, mas a Justiça concedeu liberdade provisória aos quatro em 29 de maio.


As primeiras audiências do processo criminal foram marcadas para o fim de junho. Paralelamente, outras investigações apuram o caso. Na Câmara dos Vereadores da Santa Maria, uma CPI analisa o papel da prefeitura e tem prazo para ser concluída até 1º de julho. O Ministério Público ainda realiza um inquérito civil para verificar se houve improbidade administrativa na concessão de alvará e na fiscalização da boate Kiss.

Veja as conclusões da investigação
- O vocalista segurou um artefato pirotécnico aceso no palco
- As faíscas atingiram a espuma do teto e deram início ao fogo
- O extintor de incêndio do lado do palco não funcionou
- A Kiss apresentava uma série das irregularidades quanto aos alvarás
- Havia superlotação no dia da tragédia, com no mínimo 864 pessoas
- A espuma utilizada para isolamento acústico era inadequada e irregular
- As grades de contenção (guarda-corpos) obstruíram a saída de vítimas
- A casa noturna tinha apenas uma porta de entrada e saída
- Não havia rotas adequadas e sinalizadas de saída em casos de emergência
- As portas tinham menos unidades de passagem do que o necessário
- Não havia exaustão de ar adequada, pois as janelas estavam obstruídas



Fonte: G1
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Após o trauma, ela foi ao batalhão agradecer e apaixonou-se por bombeiro.

Casal comemorou antecipadamente o Dia dos Namorados, em Brasília.




"O Paulo me trouxe o sorriso de volta. Havia perdido o gosto de viver e ele me fez querer isso novamente". É dessa maneira que a universitária Katriana Braga do Nascimento, de 21 anos, define seu relacionamento com o bombeiro Paulo Gomes Júnior, de 23, que começou após um grande trauma da jovem. Em 2009, a estudante sofreu um grave acidente de carro e acabou perdendo o namorado. Resgatada por bombeiros, após a recuperação ela foi até o quartel de Cachoeiro de Itapemirim, município que mora, ao Sul do Espírito Santo, e acabou conhecendo o atual companheiro. A relação de amizade foi o ponto de partida para o amor.
Por conta do acidente, Katriana ficou muito machucada e teve que permanecer internada por cinco dias. Não precisou realizar nenhuma cirurgia, mas uma lesão no braço a deixou presa à sessões de fisioterapia por alguns meses. "Depois que o Luan, meu namorado antes do Paulo, morreu, minha vida perdeu o sentido. Não tive mais vontade de nada, tudo perdeu a graça. Pensava que tão cedo eu não queria me envolver com mais ninguém. Foi um momento muito difícil na minha vida", relatou.
Recuperada fisicamente, ela foi até o quartel do município para agradecer aos profissionais que a haviam resgatado e acabou conhecendo Paulo. Segundo o militar, a atração foi à primeira vista. "Quando a vi pela primeira vez já notei algo diferente, vi que era especial. Procurei ela em uma rede social e começamos a conversar. Depois pedi o telefone", lembrou.
O relacionamento entre a universitária e o bombeiro, de fato, começou apenas depois de um ano que o casal se conheceu. "Não me sentia preparada para outro namoro depois de tudo o que me aconteceu, mas o Paulo soube esperar. Tudo começou como amizade, ele me dava forças para eu ir retomando a minha vida. Só depois de mais de um ano que já nos conhecíamos que eu realmente consegui me render a esse sentimento, que descobri ser amor. Ele teve aquele gostinho da conquista", explicou Katriana.

Dia dos Namorados
O Dia dos Namorados é comemorado no Brasil no dia 12 de junho, nesta quarta-feira, mas o casal contou que resolveu se antecipar. Paulo está há dois meses em Brasília fazendo um curso de Tripulante Operacional, para bombeiros que querem trabalhar em helicópteros. Para não deixarem de comemorar a data, Katriana seguiu para a capital do Brasil nesta quinta-feira (6). "Vamos aproveitar para ir a alguma lugar diferente em Brasília, cidade que eu nunca estive. Acredito que vai ser bem marcante", disse a jovem.
A universitária considera a data especial e contou que ela e o namorado sempre se presenteiam. "O meu aniversário é no dia 14, então às vezes aproveitamos para comemorar as duas datas juntas. Uma vez ele preparou uma festa surpresa para mim. Mas não é só nessa época que ele me surpreende, já aconteceu de me presentear fora desses dias", lembrou.


Sintonia
A estudante disse que a confiança, amizade e companheirismo dos dois estão entre os principais motivos para o relacionamento dar certo, mas destacou a sintonia entre eles como uma característica especial do namoro.
"Temos muitos gostos em comum, mas quando isso não acontece, procuramos aceitar a preferência do outro. Acho importante lidar com as diferenças. Tento gostar de fazer as mesmas coisas que ele e um exemplo disso é o rapel. Antes eu morria de medo só de olhar, mas venci isso, hoje acompanho ele e acho super legal. Sempre procuro apoiar as decisões dele também, como no caso desse curso de Brasília. Eu sabia que teríamos que ficar um bom tempo sem nos ver, mas entendi que seria o melhor para ele", falou.
O casal não deixou de acrescentar que também tem seus "altos e baixos", como na maioria dos namoros, mas que isso nunca abalou o relacionamento. Para o bombeiro, o amor entre eles é obra do destino. "Acredito nisso, mas o destino pra mim tem nome, Deus. Tudo que acontece é planejado por Ele", definiu Paulo.



Incentivo para profissão
Katriana é estudante do curso de Educação Física e também trabalha como recepcionista, mas depois que conheceu Paulo descobriu o que realmente quer para o futuro: ser bombeira, assim como o namorado.
A decisão foi tomada há pouco tempo e, por isso, ainda não foi possível tentar nenhum concurso, mas a universitária declarou que já se prepara para o próximo. "Acho que tem uma prova para o início do ano que vem. Essa minha decisão foi gradativa, pois após o meu acidente passei a admirar o trabalho dos bombeiros, é uma profissão muito bonita. O Paulo me incentiva muito a isso, ele foi a minha inspiração", disse.
Ela ainda contou que o aprendizado no curso da faculdade também vai ajudar no futuro trabalho. "Eu não tinha nenhuma ambição de emprego antes, mas então entrei para o curso de Educação Física e percebo que a minha formação vai me ajudar muito como bombeira. Pretendo atuar nessa área física da corporação", explicou a universitária.
Para Paulo, a escolha da namorada demonstra, mais uma vez, a sintonia entre o casal. "Eu dou muito incentivo e torço muito para que ela consiga realizar esse sonho. Ser bombeiro é o que eu mais gosto de fazer e é o que eu quero continuar fazendo o resto da minha vida. Ter ela para me acompanhar nessa carreira seria ótimo", falou.



Fonte: G1
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terça-feira, 11 de junho de 2013

Azzurra abre 2 a 0, mas haitianos se recuperam e, com gol aos 45 do 2º tempo, estragam último teste italiano para a Copa das Confederações




O gol logo aos 19 segundos deu a impressão de que a Itália teria vida fácil em São Januário nesta terça-feira. Mas o último teste da Azzurra antes da estreia na Copa das Confederações terminou com um resultado histórico. Só que para o Haiti. Depois de abrir 2 a 0, os italianos deram espaço e viram a seleção haitiana empatar o duelo em 2 a 2 aos 45 minutos do segundo tempo, mesmo com Montolivo, De Rossi e Balotelli em campo.
Giaccherini, logo no primeiro ataque, colocou a Azzurra em vantagem, dando a impressão de que uma goleada seria construída rapidamente. Mas não aconteceu. Com erros defensivos e um ataque de pouca produção, os italianos sofreram diante de um rival que ocupa apenas a 63ª posição no ranking da Fifa. Marchisio ainda ampliou para os europeus após boa jogada de Balotelli. Mas Saurel diminuiu batendo pênalti aos 39 minutos do segundo tempo, e, aos 45, Peguero aproveitou lançamento para chutar cruzado e conseguir o empate.


Além de servir como teste, a partida ajudará as vítimas do terremoto que devastou o Haiti em 2010 – toda a renda (R$ 65.450) será repassada a instituições que cuidam dos desabrigados. A arrecadação, porém, foi pequena. Menos da metade dos quase 16 mil ingressos foram vendidos, e o jogo teve 2.022 pagantes.
A Itália estreia na Copa das Confederações no próximo domingo, contra o México, às 16h, no Maracanã.


Um ataque, um gol...
A Itália precisou de apenas 19 segundos para mostrar a imensa superioridade técnica mesmo atuando com reservas. Logo no primeiro ataque do jogo, o esquema com três atacantes montado pelo técnico Cesare Prandelli deu resultado. Candreva disparou pela esquerda e cruzou para Giaccherini se antecipar à marcação e fazer 1 a 0.
O domínio italiano continuou absoluto por todo o primeiro tempo. Não que o desempenho tenha sido um primor, mas a maior experiência de seus jogadores permitiu que a Azzurra chegasse facilmente. A empolgação inicial, porém, foi caindo gradativamente com o passar do tempo. Gilardino, apagado o tempo todo, furou um cruzamento de De Sciglio que ainda tocou na trave.
O Haiti conseguiu espantar a expectativa de sofrer uma goleada e ganhou confiança. A pequena torcida em São Januário, composta em sua maioria por brasileiros, virou para o lado vermelho, com gritos de “olé” a cada troca de passes ou no acerto de algum drible. Louis se destacou com um chute forte de longe e ao quase marcar de cabeça perto do fim.


Titulares entram na Itália; Haiti marca de pênalti
Depois do susto que deu na Espanha no final de semana (perdeu só por 2 a 1), o Haiti passou a acreditar que poderia, pelo menos, arrancar um empate da Itália. O time apostou na velocidade pelos lados e tirou proveito do espaço dado pelo meio de campo europeu. Astori quase fez contra após cruzamento de Grenier. Na sequência, La France perdeu chance clara de cabeça.
Temeroso com o crescimento do adversário, o Prandelli tratou de mexer na Azzurra, colocando em campo jogadores considerados titulares: entraram Montolivo e De Rossi para fechar o meio, além de Balotelli para tentar ser, no mínimo, mais produtivo que Gilardino.


Quem brilhou, contudo, foi um desconhecido. Jean Maurice levantou a torcida e quase levou Maggio à loucura com belos dribles e muita rapidez atuando como ponta esquerda. No melhor lance, quase acertou o ângulo de Marchetti em lindo chute de fora da área.
Os italianos conseguiram respirar apenas aos 27 minutos. Balotelli escapou da marcação pela esquerda, El Shaarawy perdeu o gol, mas Marchisio pegou o rebote e fez o segundo.
Mas, doze minutos depois, o Haiti começou concretizar a sua façanha. Jean Maurice sofreu pênalti. Saurel cobrou e diminuiu para 2 a 1. Aos 45, o gol que deu contornos históricos ao resultado. Após lançamento para a área, Peguero ganhou na corrida e chutou cruzado de esquerda para superar o goleiro Marchetti, igualando o placar e garantindo a festa haitiana pelo empate no Rio de Janeiro.




Fonte: G1
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Acidente ocorreu na área de check-in, por volta das 10h30 desta terça (11).
Vítima teve ferimentos leves e já foi atendida, segundo o aeroporto.


Um bloco de gesso que revestia parte do teto da área de check-in do Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, caiu e atingiu uma mulher, por volta das 10h30 desta terça-feira (11). De acordo com a assessoria de imprensa do aeroporto, a vítima teve ferimentos leves e já passou por atendimento.



Ainda segundo o aeroporto, a área em que houve o acidente não estava em obras. As causas da queda da estrutura de gesso estão sendo investigadas.
No momento do acidente, parte do corredor da área de check-in precisou ser isolada, mas o fluxo de passageiros ocorria normalmente por volta das 11h, segundo o aeroporto. Não foram divulgados detalhes sobre a identificação da vítima.





Fonte: G1


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segunda-feira, 10 de junho de 2013

Protesto contra o aumento da passagem de ônibus terminou em tumulto.

Para dispersar a multidão, Polícia Militar usou bombas de efeito moral.




Terminou por volta de 19h30 desta segunda-feira (10) o protesto, no Centro do Rio, contra o aumento da passagem de ônibus para R$ 2,95, ocorrido no dia 1º. Pelo menos 34 pessoas acabaram detidas. Somente uma delas foi levada para a 4ª DP (Praça da República), enquanto as demais foram encaminhados a 5ª DP (Mem de Sá).
De acordo com o delegado Antônio Bonfim, nove dos detidos eram menores de idade e um maior será preso. O estudante da UFRJ Fábio Espaner, de 18 anos, é acusado de dano ao patrimônio e só será liberado mediante pagamento de fiança.
A manifestação, que começou pacífica, terminou em confronto com a Polícia Militar, que usou bombas de gás lacrimogêneo e spray de pimenta para dispersar a multidão. Às 22h30, estudantes ainda se concentravam na porta da 5ª DP para aguardar a liberação dos jovens detidos.
O protesto começou com cerca de 300 pessoas que se concentraram nas escadarias da Câmara Municipal do Rio, na Cinelândia, no Centro, por volta das 17h30. De lá, eles seguiram pelas avenidas Rio Branco, Rua Araújo Porto Alegre, Avenida Presidente Antônio Carlos, Rua Primeiro de Março e, por fim, Avenida Presidente Vargas. As vias foram fechadas para a passagem dos manifestantes. Às 21h30, a polícia continuava na área, embora tivesse diminuído consideravalmente o efetivo.


Confronto
O tumulto começou na Avenida Presidente Antonio Carlos, quando parte dos manifestantes cercou dois ônibus. Policiais do Batalhão de Choque usaram dezenas de bombas de efeito moral e spray de pimenta para dispersar a multidão.
Os manifestantes, então, saíram correndo pela Rua Primeiro de Março e, em resposta, alguns jovens jogaram coquetel molotov contra a polícia, queimaram lixo e entulho para interditar a rua, além de arremessar cocos e pedras contra os agentes.
O confronto causou pânico a quem passava pelo local e vários estabelecimentos comerciais fecharam as portas às pressas. Os muros do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) foram pichados e pelo menos uma vidraça da Igreja Nossa Senhora do Rosário foi quebrada.


Pânico no Centro
Da Rua Primeiro de Março, os manifestantes fugiram da polícia pela Avenida Presidente Vargas, que chegou a ser totalmente interditada – as quatro pistas. Lá, houve novo confronto entre manifestantes e policiais do Batalhão de Choque, do 5º BPM (Praça da Harmonia) e agentes da Guarda Municipal, que jogaram outras bombas de gás lacrimogêneo na via.
O confronto aconteceu por volta das 18h40, horário de grande movimentação na Avenida Presidente Vargas, que abriga inúmeros prédios comerciais, que fecharam as portas. Quem saía do trabalho foi surpreendido pelo tumulto. Alguns chegaram a passar mal com o gás lacrimogêneo e houve corre-corre. Com medo, várias pessoas se refugiaram em uma agência bancária até que o tumulto acabasse. Por volta das 19h10, o trânsito foi liberado na via.


Faixas e cartazes
Para os motoristas que reclamavam do tumulto causado, manifestantes exibiam uma faixa: "Desculpe o trânsito. Estamos lutando pelos seus direitos". No ato público, foram utilizados também um carro de som e cartazes. Num deles, a estudante Débora Trajano escreveu um pedido de "carona" ao prefeito Eduardo Paes. Ela está inconformada com a nova tarifa.
"Eu acho que esse aumento é só mais uma das mazelas dos governos Eduardo Paes e Sergio Cabral. Essa medida recai sobre todos os trabalhadores e estudantes. Ele [Paes] está descumprindo uma das promessas de campanha", disse a estudante.
Inicialmente, cerca de 50 policiais militares do 5º BPM (Praça da Harmonia) acompanharam o ato público. No entanto, o efetivo foi reforçado por causa dos confrontos e a tropa de Choque foi acionada. Agentes da CET-Rio acompanharam todo o protesto para orientar o trânsito na região.




Fonte G1
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Menino de três anos foi encontrado morto no sábado (8) em Fortaleza.
Em depoimento à polícia, mãe nega morte por espacamento,




A criança de três anos encontrada morta em flat de Fortaleza no sábado (8) faleceu na quinta-feira (6), de acordo com o depoimento da mãe da vítima à polícia. Antônia Cláudia da Silva nega que o companheiro, o holandês Stefan Smith, tenha cometido violência contra as crianças.
Segundo Antônia Cláudia, a criança mais nova sofreu uma queda na última quinta-feira (6), teve uma convulsão e veio a morrer. Ainda em depoimento, a mulher afirmou que a caixa encontrada pela polícia no apartamento ia ser usada pelo marido para tirar o corpo do filho do local.
O casal foi preso em flagrante depois que a criança foi encontrada morta. Segundo os peritos que foram ao local, o menino tinha sinais de espancamento. O outro filho dos dois, de cinco anos, estava com sinais de maus-tratos.
O holandês é suspeito de espancar e matar o filho foi preso no 2º DP e, nesta segunda-feira (10), foi transferido para a delegacias de Capturas.
Ainda de acordo com o depoimento da mãe, o pai das crianças não deixou a mulher pedir socorro porque ele está em situação ilegal no país. Ela também afirmou que a mãe e os meninos eram mantidos em cárcere privado. As duas crianças também não têm registro de nascimento. A Polícia Federal informou que só irá instaurar um inquérito sobre o caso com uma solicitação da Polícia Civil.


Família
Irmãos de Cláudia, que moram no município de Camocim, no litoral oeste do estado, chegaram nesta segunda-feira (10) em Fortaleza. Eles vieram tentar liberar o corpo do menino. De acordo com o Conselho Tutelar, será feito um registro de nascido vivo da criança mais nova para que a família possa levar o corpo.
A família da mulher afirma que ela veio para Fortaleza para procurar emprego. Na capital cearense, ela conheceu Stefan Smith com quem vivia há seis anos. Eles dizem que nunca conheceram o holandês. “Minha mãe está desesperada”, disse o irmão de Cláudia e tio da vítima, Carlito Marques da Silva.
O menino de cinco anos permanece internado no Hospital Albert Sabin. De acordo com os médicos, o estado de saúde é estável, mas ele apresenta sinais de desnutrição e, pelas características físicas, sofre de alguma síndrome ainda não identificada.


Fonte: G1

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Fortes chuvas castigam Alemanha, República Tcheca, Áustria e Hungria. Pelo menos 16 pessoas morreram.



O número de mortes provocadas pelas inundações na Europa Central aumentou nesta segunda-feira (10) com a descoberta na Áustria do corpo de uma pessoa, até então desaparecida, atingida por um deslizamento de terra. Esta nova vítima eleva a 19 o número de mortos.
As perdas materiais continuam a ser difíceis de avaliar, mas as autoridades estimam em bilhões de euros.


Na Alemanha, a ruptura de um dique durante a noite em Fischbeck, região norte, provou que a situação continua tensa. As autoridades ordenaram a retirada de 400 a 500 habitantes, enquanto a cheia do Elba avança para o norte.
Este incidente obrigou o fechamento de uma ponte ferroviária, o que prejudicou as linhas Berlim-Colônia-Frankfurt.
"A luta contra as inundações representa a maior intervenção realizada pelo Exército alemão em território nacional", afirmou o porta-voz do governo, Steffen Seibert.
Quase 20.000 soldados foram mobilizados para ajudar os milhares de voluntários nas regiões afetadas.
Mais ao sul, em Magdeburg, capital do estado regional de Saxônia-Anhalt, o nível do Elba começou a cair, a 7,30 metros, depois de alcançar 7,48 m no domingo. Habitualmente, o nível do rio fica em dois metros na região.

No domingo, o governo determinou a saída de 23.500 pessoas de Magdeburg e seus arredores. O alerta ainda não foi retirado.
"Podemos respirar um pouco mais aliviados, mas a tensão continua", declarou à AFP Klaus Puchta, dos serviços municipais.
O prefeito de Magdeburg, Lutz Trümper, ressaltou que sua cidade continua "em estado de emergência".
Os estados de Brandemburgo e da Baixa Saxônia esperam o aumento das águas. Em Wittenberg, em Brandenburgo, o Elba chegou a 7,85 metros no domingo, 50 centímetros a mais do que na última enchente recorde de 2002. Nesta região rural e escassamente povoada, as autoridades esperam que o rio atinja 8,20 metros de altura na terça-feira.
A chanceler alemã, Angela Merkel, também era esperada em Wittenberg na tarde desta segunda-feira para sua terceira visita às áreas alagadas em uma semana.
Mais ao sul, o retorno à normalidade é lento. Em Halle, os evacuados puderam regressar às suas casas.

Mas duas barragens continuam sob vigilância, enquanto grandes contêineres foram montados pelos serviços municipais para recolher os sacos de areia quando o alerta foi retirado.
Em Mühlberg (Brandeburgo), onde o nível do Elba baixou 1,20 m desde sexta-feira, as autoridades devem autorizar 3.000 pessoas voltarem a suas casas no início da tarde.
Na Hungria, depois de atingir o nível recorde 8,91 metros no domingo, o Danúbio começou a registrar uma queda e estava a 8,88 metros.
O prefeito de Budapeste, Istvan Tarlos, considerou que a situação "normalizou".
Mas as cheias ainda atingem a atividade das fábricas de automóveis. A montadora da Suzuki em Esztergom (55 km ao norte de Budapeste) deve continuar parada nesta segunda, e enquanto o seus funcionários continuarem sem poder entrar no local em razão das muitas estradas bloqueadas.

Fonte: G1
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Encontro governamental será realizado na próxima quarta e quinta-feira. No diálogo do domingo, representantes fecharam acordos parciais.




Coreia do Sul e Coreia do Norte chegaram na madrugada desta segunda-feira (10) a um acordo para realizar esta semana um "encontro governamental" orientado a resolver assuntos urgentes, como o fechamento do complexo de Kaesong, e aproximar posturas após meses de tensão.
Autoridades dos Governos das duas Coreias se reunirão durante dois dias, na quarta-feira (12) e na quinta-feira (13), previsivelmente em Seul, confirmou à Agência Efe o Ministério da Unificação sul-coreano, no que será o primeiro encontro intergovernamental em vários anos, com o objetivo de colocar fim a uma longa etapa de más relações.

Na reunião preparatória, concluída esta madrugada após 17 horas na fronteiriça Panmunjom, representantes de ambos os lados fecharam acordos parciais para o próximo encontro, embora não tenham conseguido coordenar posturas sobre a agenda e as autoridades participantes. Devido à falta de consenso, Norte e Sul "redigirão dois comunicados separados que reflitam suas posturas sobre os temas a serem incluídos na agenda e que devem liderar as respectivas delegações", disse à Efe uma porta-voz da Unificação.

A Coreia do Sul pediu a do Norte que a reunião da quarta-feira fosse em nível ministerial e propôs que as delegações fossem lideradas pelo ministro da Unificação de Seul, Ryu Kihl-jae, e o diretor da Frente Unida do Partido dos Trabalhadores norte-coreano, Kim Yang-gon, respectivamente.
No entanto, a Coreia do Norte descartou uma reunião ministerial e expressou sua intenção de enviar outro 'alto funcionário', segundo o porta-voz da Unificação, por isso que finalmente a reunião será em nível governamental e nem a agenda nem as listas das delegações foram preparadas.
O que está praticamente fechado, embora não de forma oficial segundo a porta-voz, é que a reunião vai acontecer em Seul, aonde as autoridades do norte chegarão por terra cruzando a fronteira do paralelo 38.



Fonte G1
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Homem de 29 anos trabalhou em empresa de defesa e é ex-técnico da CIA.

Edward Snowden está em Hong Kong e diz que não fez 'nada de errado'.




Edward Snowden, ex-técnico da CIA e ex-consultor da Agência Nacional de Inteligência (NSA) que assumiu o vazamento de dados de ciberespionagem nos Estados Unidos, disse neste domingo em uma entrevista ao "Washington Post" que pensa em buscar asilo.
"Tenho a intenção de pedir asilo a qualquer país que acredite na liberdade de expressão e se oponha a que a privacidade global seja a vítima", disse Snowden ao jornal americano. Atualmente, ele está em Hong Kong.
O técnico revelou hoje voluntariamente que é a fonte utilizada pelos jornais "The Guardian" e "The Washington Post", que revelaram a existência de dois programas de espionagem que permitem consultar os registros de ligações nos Estados Unidos e extrair informação de servidores de gigantes de internet para controlar estrangeiros suspeitos de terrorismo.
O jovem de 29 anos esteve uma década ligado à inteligência norte-americana, primeiro como engenheiro da computação da CIA, em Genebra, e depois como consultor em várias empresas externas de defesa que colaboram com a NSA, segundo revelou ao "Guardian".

Na NSA, o engenheiro da computação trabalhou durante quatro anos como empregado de várias companhias beneficiárias de contratos de defesa. A última delas foi a Booz Allen Hamilton, na qual teve acesso à informação secreta.
Ao "Post", Snowden disse que não vai se esconder e que "permitir que o governo americano intimide seu povo com ameaças de represálias por revelar más ações é o oposto ao interesse público".
O diretor nacional de Inteligência, Jamer Clapper, disse ontem que a NSA pediu ao Departamento de Justiça uma investigação para determinar o responsável ou os responsáveis pelos vazamentos e as consequências penais desses fatos, que disse afetarem seriamente a luta antiterrorista dos EUA.
Snowden explicou que não se arrepende de ter divulgado a informação classificada como "altamente secreta".
Ele acredita que o vazamento fez os norte-americanos passarem a entender "que têm o poder de decidir por eles mesmos se estão dispostos a ceder sua privacidade a um Estado de vigilância constante".


Fonte: G1


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domingo, 9 de junho de 2013

O peso de um amistoso não chega nem perto de um jogo de campeonato. Mas em determinados casos, uma partida assim pode tirar toneladas das costas de um time. No caso, da seleção brasileira. Por mais estranho que possa parecer para o maior campeão de todos os tempos, a vitória do Brasil sobre a França por 3 a 0, neste domingo, na Arena do Grêmio, em Porto Alegre, acabou com um tabu de mais de três anos e meio sem vencer um campeão do mundo. Contra os Bleus, o jejum durava desde 1992.



A Seleção ainda está longe de empolgar. Bem longe. Tanto que as mais de 51 mil pessoas presentes no estádio oscilaram entre gritos e momentos de completo silêncio e até vaias (nem Oscar, autor do primeiro gol, escapou). Mas ao menos com esse triunfo conseguiu ganhar um ânimo extra para o desafio que vem pela frente: a Copa das Confederações. A última vitória sobre um campeão do mundo tinha sido em novembro de 2009, 1 a 0 sobre a Inglaterra. De lá para cá, cinco derrotas e dois empates. Além do meia do Chelsea, Hernanes e Lucas também marcaram.
O fato é que falta à seleção brasileira poder de decisão. Talvez por isso essa vitória tenha demorado tanto tempo a voltar à rotina. Não é um problema apenas do time de Felipão. Já era assim com Mano Menezes. Ao menos, a vontade apresentada no amistoso deste domingo deixa a esperança de que as coisas podem melhorar. Com Neymar é preciso ter paciência. Ele tem o apoio da torcida quando vai bem. Quando vai mal ou mais ou menos, as vaias são inevitáveis.
A seleção brasileira se concentra agora na reta final da preparação para a Copa das Confederações. A estreia está marcada para o próximo dia 15 de junho, sábado, contra o Japão, em Brasília. Cabeça de chave do Grupo A, o Brasil ainda encara o México, dia 19, em Fortaleza, e a Itália, dia 22, em Salvador, pela primeira fase.


Muita vontade, pouca criação
Não falta vontade à seleção brasileira. Falta organização e, principalmente, poder de decisão. Nesse quesito, o time de Felipão ainda engatinha. O primeiro tempo do duelo contra a França é a prova disso. Com muito mais posse de bola que o adversário, os anfitriões não conseguiram levar muito perigo ao gol de Lloris.
Muito embora o goleiro francês tenha facilitado com um minuto de jogo ao perder a bola para Neymar, o atacante demorou a decidir o que fazer e perdeu ótima chance de abrir o placar de forma relâmpago. Agir mais rápido quando as oportunidades surgem e chutar mais a gol têm de ser a lição de casa.
O trio Hulk, Neymar e Fred se destacou na etapa inicial pela movimentação, mas o primeiro, destaque do russo Zenit, foi o melhor em campo. Marcou, atacou, driblou, chutou... e criou. Deixou companheiros em boas condições, mas não houve o aproveitamento adequado para que a rede balançasse.
Dependente da boa vontade dos seus atacantes, a seleção brasileira melhorou depois que dois jogadores resolveram aparecer: Oscar e Marcelo. As chances mais claras do Brasil surgiram depois disso. Primeiro, aos 30, Neymar perdeu gol incrível ao não conseguir tocar na bola após cruzamento da esquerda. E mais adiante, aos 42, Fred cabeceou com perigo.


Oscar, o herói
Para a etapa final, não houve alteração na seleção brasileira. Apenas de comportamento. Logo de cara, o time de Felipão pressionou a França no campo de defesa e teve uma importante chance com Hulk, que chutou para fora. A resposta francesa veio em arremate de Cabaye, um minuto depois. Apenas um susto.
Com o controle da partida em mãos, a Seleção permaneceu no ataque por um bom tempo. Mas sem conseguir finalizar. Foi a senha para que a torcida gaúcha, aos cinco minutos, iniciasse o já tradicional coro pela entrada de Lucas. O pedido não foi atendido naquele momento, mas o presente veio de um “gaúcho”.
Aos oito minutos, Luiz Gustavo roubou a bola no meio, com falta que o árbitro não marcou. Após boa jogada de Fred pela esquerda, Oscar, destaque do Inter antes de ir para o Chelsea, completou para o gol: 1 a 0. Na comemoração, muito embora estivesse no campo do rival Grêmio, o meia, nascido no interior de São Paulo, apontou para o chão e disse: ‘eu sou daqui, eu sou daqui’.
Em vantagem, Felipão, então, resolveu atender dois pedidos recorrentes da torcida no amistoso: as entradas do gremista Fernando e do xodó Lucas. Aos 19 minutos saíram Oscar, vaiado pelos gremistas e aplaudido pelos colorados, e Hulk. Esse último deixou o campo com o status de um dos melhores do jogo.

Brasil amplia no fim
Com mais posse de bola, assim como no primeiro tempo, a seleção brasileira perdeu o fôlego aos poucos. E mesmo com as mudanças de Felipão, as oportunidades de gol eram raras. Seguro, o Brasil controlou o jogo no campo de ataque, se arriscou pouco e segurou a França, esperando um contra-ataque para matar o jogo.
O lance fatal veio aos 39 minutos. Após uma cobrança de escanteio errada dos franceses, Paulinho avançou livre pelo meio e rolou para Lucas na direita. O meia do PSG cruzou para Neymar, que só ajeitou para Hernanes bater no canto esquerdo de Lloris: 2 a 0.
A vitória já estava encaminhada e o incômodo jejum, perto do fim. Para selar de vez a trégua com a torcida, faltava um lance típico da seleção brasileira. Marcelo se encarregou disso aos 46 minutos. Em bela arrancada, ele invadiu a área, driblou o zagueiro e foi derrubado: pênalti. Na cobrança, Lucas bateu com categoria e definiu o triunfo.
Enfim, depois de mais de três anos e meio, a seleção brasileira, pentacampeã do mundo, voltou a vencer um time que também tem o caneco mais cobiçado.


Fonte G1
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Atleta da Nova União perde o primeiro round, mas se aproveita do cansaço do adversário para encaixar um katagatame no fim do segundo assalto



Entrar pela janela na final do TUF Brasil 2 não intimidou Léo Santos. O lutador da Nova União, de 33 anos, que conseguiu a vaga após o argentino Santiago Ponzinnibio se lesionar e ficar fora da disputa da decisão, conseguiu fazer prevalecer seu jogo sobre o do jovem William Patolino, de 21 anos, e garantiu seu contrato com o UFC após vencer por finalização, com um katagatame aos 4m43s do segundo round, no ginãsio Paulo Sarasate, em Fortaleza, pelo TUF Brasil 2 Finale.
As seis finalizações que aconteceram antes da final do TUF Brasil 2 acabaram se mostrando um indício da vitória de Léo Santos, campeão mundial de jiu-jítsu. O atleta da Nova União, que tem no currículo uma vitória com uma chave de braço voadora contra Georges St-Pierre no ADCC de 2005, não tomou conhecimento do chão de Patolino, se aproveitou do cansaço de seu oponente no segundo round e conseguiu a sétima finalização da noite. O número é o recorde de vitórias desta forma em um evento do UFC.
A vitória sobre William Patolino não foi especial apenas para Léo Santos. O campeão peso-pena do UFC, José Aldo, se emocionou com o triunfo de seu companheiro de Nova União e não segurou o choro. Léo aproveitou para homenagear o amigo após a luta.
- Ele é o campeão do povo - disse o campeão da segunda edição do TUF Brasil.

A luta
Léo desferiu os primeiros golpes da final e Patolino foi para o clinche, mas não deixou ser derrubado, mostrando a base forte que tem como uma das principais características. Os dois trocaram tentativas de derrubar, mas não conseguiram e se afastaram. Patolino voltou a encurtar e, desta vez, colocou o lutador da Nova União para baixo. O atleta da Pejor passou a trabalhar as cotoveladas e não permitia que Léo Santos usasse seu jiu-jítsu. William Patolino conseguiu encaixar golpes fortes de direita contra o rosto do oponente, que conseguiu se levantar faltando pouco mais de um minuto para o fim do round. Em uma tentativa de queda de Léo, os lutadores caíram embolados e ficaram assim até o fim do round.
O segundo assalto começou com Léo soltando um chute alto que passou perto do rosto de Patolino. No clinche, o lutador da Nova União recebeu uma joelhada no rosto. Léo Santos conectou joelhada e socos, e parecia crescer na luta, mas William Patolino conseguiu derrubar seu adversário. A luta voltou a ficar de pé, e Léo Santos conectou uma joelhada de encontro. Quando ia derrubar Patolino, o atleta da Pejor segurou na grade e caiu por cima, sendo advertido pelo árbitro, que mandou os lutadores ficarem de pé. Léo Santos percebeu o cansaço de Patolino e, enfim, conseguiu derrubar o adversário, caindo na montada. Patolino se fechava, esperando acabar o round, mas Léo conseguiu atacar com um katagatame e fez o adversário desistir faltando menos de 20 segundos para o fim do round.




Fonte: G1
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terça-feira, 26 de março de 2013

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quinta-feira, 21 de março de 2013

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quinta-feira, 14 de março de 2013

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Hydnellum Peckii é um fungo comestível encontrado na América do Norte, Europa e Ásia.











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Este homem tem os dentes fora da boca





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